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Digam-nos o lugar e a data — vejam quem está livre.

Uma ilha verde e íngreme coroada de blocos de granito, unida por uma língua de areia branca e curva, sobre águas turquesa, a um ilhéu mais pequeno e arborizado com bungalows, chapéus de sol e alguns banhistas, em Koh Nang Yuan, sob um céu nublado

Casar em Koh Samui e nas ilhas do Golfo

Costas de granito e coqueiros em Samui, Koh Phangan e Koh Tao a norte e as ilhas calcárias de Ang Thong a oeste: votos junto ao golfo da Tailândia e, depois, retratos nas rochas, na areia ou num barco ao pôr do sol.

Koh Samui, uns 247 km² de coqueiros e colinas cobertas de floresta, fica no golfo da Tailândia, ao largo da costa de Surat Thani. As praias mais longas, Chaweng e Lamai, viram-se a leste, para o nascer do sol; a costa oeste, da vila do cais de Nathon até Taling Ngam, é mais sossegada e vira-se para o poente; e, entre as baías, a costa desfaz-se em grandes blocos de granito. Na ponta nordeste, Wat Phra Yai — o templo do Grande Buda, fundado em 1972 — olha, do outro lado da água, para Koh Phangan, uma ilha montanhosa de 168 km², com cascatas e aldeias de pescadores, mais conhecida pela Full Moon Party de Hat Rin. Uns 45 km mais a norte fica Koh Tao, uma ilha de mergulho, e, mesmo ao lado, Koh Nang Yuan, três ilhéus unidos por línguas de areia branca. A oeste, o Parque Nacional Marinho de Mu Ko Ang Thong espalha 42 ilhas de calcário por 102 km² de mar.

A maioria dos casais que vêm de fora prefere algo pequeno: uma cerimónia numa praia ou nas rochas sobre o mar, com poucos convidados, e depois os retratos na última hora de luz, na costa oeste de Samui ou de barco entre as ilhas. Na Tailândia, um casamento só tem valor legal depois de registado por um oficial do registo — numa repartição distrital (o amphoe, ou o khet em Banguecoque) ou, pagando uma taxa, num sítio à vossa escolha —, e uma cerimónia religiosa ou na praia, por si só, não é um casamento legal. Por isso, muitos casais tratam dos papéis no seu país e trocam aqui os votos.

Uma noiva de vestido branco comprido e um noivo de colete escuro, com o casaco ao ombro, abraçados entre grandes blocos de granito, coqueiros e arbustos verdes sobre um mar turquesa, em Koh Samui
Ilhas calcárias íngremes e cobertas de floresta a erguer-se de um mar verde-azulado e picado, no Parque Nacional Marinho de Ang Thong, com os picos mais distantes a desvanecer-se numa neblina clara
Um mar calmo ao largo de Koh Samui logo depois do pôr do sol, com uma ilha baixa e arborizada e alguns ilhéus escuros contra um horizonte cor de laranja, e por cima um céu azul-escuro com pequenas nuvens

Ao longo do ano

Quando casar em Koh Samui e nas ilhas do Golfo

Fevereiro, março e abril são os meses mais secos: nas médias de 1991–2020 do Departamento Meteorológico da Tailândia para Samui, chove (0,1 mm ou mais) em cerca de seis dias por mês em fevereiro e março e em oito em abril, e as máximas médias sobem de 29 para 32 °C. De maio a setembro há aguaceiros em 13 a 15 dias por mês, mas os totais ficam moderados — 100 a 135 mm por mês, quando Phuket, na costa do Andamão, recebe 240 a 350 — e as máximas mantêm-se nos 32 a 33 °C, sendo maio o mês mais quente. A época das chuvas chega tarde deste lado da Tailândia: de outubro a dezembro, com novembro como o mês mais chuvoso — cerca de 445 mm em 19 dias, mais de um quinto dos 2000 mm do ano — e o mar mais agitado. Janeiro fica a meio caminho, com menos dias de chuva e, tal como fevereiro, os ventos mais constantes do ano. Faz calor húmido em todos os meses.

  1. janeiro: Bom, com planeamento
  2. fevereiro: Melhor
  3. março: Melhor
  4. abril: Melhor
  5. maio: Bom, com planeamento
  6. junho: Bom, com planeamento
  7. julho: Bom, com planeamento
  8. agosto: Bom, com planeamento
  9. setembro: Bom, com planeamento
  10. outubro: Mais calmo
  11. novembro: Mais calmo
  12. dezembro: Mais calmo
  • De fevereiro a abrilAs semanas mais secas e, a partir de março, o vento abranda: a melhor altura para um barco até Ang Thong ou para uma cerimónia na areia. As máximas sobem de uns 29 °C em fevereiro para 32 °C em abril e, a 14 ou 15 de abril, o sol do meio-dia fica a pique, por isso os coqueiros dão pouca sombra a essa hora — guardem a cerimónia para o fim da tarde.
  • De maio a setembroCalor húmido, com aguaceiros em cerca de metade dos dias e trovoada em sete a doze dias por mês — mas muito menos chuva do que na costa do Andamão, que está na sua época das chuvas: para um casamento nas ilhas tailandesas em julho ou agosto, o golfo é o lado a escolher. O sol põe-se mais tarde em julho, por volta das sete menos um quarto.
  • De outubro a janeiroA época das chuvas do próprio golfo, quando quase toda a Tailândia está a secar: outubro e novembro são os meses mais chuvosos, dezembro ainda é húmido e, em janeiro, o vento aumenta. As tempestades podem parar tudo — quando a tempestade tropical Pabuk passou, no início de janeiro de 2019, os ferries de carros vindos do continente pararam e Ang Thong fechou durante três dias. Um casamento nestes meses pede uma data flexível e um sítio coberto de reserva.

Em números

Mês mais quente, máxima média
maio · 32,9 °C
TMD
Máxima média nos melhores meses
fev. 29,4 °C · mar. 30,4 °C · abr. 31,8 °C
TMD
Dias com 0,1 mm de chuva ou mais, melhores meses
fev. 5,6 · mar. 5,9 · abr. 8,1
TMD
Pôr do sol a 21 de junho
18:42 (Koh Samui)
NOAA

Estação meteorológica: Ko Samui, normais 1991–2020 · Verificado a 30 de outubro de 2026

Lugares

Onde os casais casam aqui

Os tipos de lugar — perguntem ao vosso fotógrafo quais conhece bem.

  1. As praias e as costas de granito de Samui

    Chaweng, a principal praia turística da ilha, e Lamai, ambas na costa leste, recebem o nascer do sol sobre o mar; a costa oeste, de Nathon a Taling Ngam, é mais sossegada e fica com a luz do fim do dia. Entre as baías, blocos de granito e coqueiros descem até à água — um cenário para retratos a poucos passos da areia. As praias estão mais calmas logo de manhã e na última hora antes de escurecer.

  2. Wat Phra Yai, o Grande Buda

    Na ponta nordeste, o templo fundado em 1972 à volta de um Buda dourado gigante, a que se sobe por uma escadaria ladeada de nagas, olha para Koh Phangan — a vista é mais bonita ao entardecer. Antes de mais, é um lugar de culto: mangas e roupa que cubra os joelhos; descalços sempre que entrarem num espaço fechado; e, diante da imagem, os pés virados para longe dela, nunca de costas para ela e nunca mais alto do que ela. Na maioria dos templos podem fotografar, desde que não se ponham no caminho de quem está a rezar.

  3. O Parque Nacional Marinho de Ang Thong

    Quarenta e duas ilhas de falésias de calcário, praias e mangais jovens, zona húmida Ramsar desde 2002; a maioria dos visitantes vem num passeio de barco de um dia a partir de Samui ou de Phangan. Da sede do parque, em Ko Wua Ta Lap, um trilho íngreme sobe até uma vista sobre todo o arquipélago e, em Ko Mae Ko, um caminho de degraus naturais leva ao alto, de onde se vê uma lagoa verde fechada por falésias. Os visitantes estrangeiros pagam a entrada do parque. O departamento dos parques cobra uma taxa pela fotografia comercial — 1000 bahts por dia a um fotógrafo registado na Tailândia ou noutro país da ASEAN, 2000 aos restantes —, por isso falem com o parque antes de planearem uma sessão ou de porem um drone no ar.

  4. Koh Phangan, Koh Tao e Koh Nang Yuan

    Koh Phangan é mais montanhosa do que Samui, com uma cordilheira pelo meio e aldeias de pescadores como Chalok Lam na costa norte — mas, na noite de cada lua cheia, Hat Rin Nok, na ponta sul, enche-se com a Full Moon Party, uma festa que dura a noite inteira e atrai gente do mundo todo: para um casamento sossegado, vejam a lua antes de marcarem a data e fiquem longe de Hat Rin nessas noites. Koh Tao, 45 km mais a norte, é uma ilha de mergulho, com o miradouro de John-Suwan sobre as suas baías; mesmo ao lado, os três ilhéus de Koh Nang Yuan estão unidos por línguas de areia, com um miradouro por cima e uma pequena taxa para desembarcar.

Luz

Como cai a luz

Perto do equador, a duração do dia quase não muda ao longo do ano: no pino do verão o sol nasce do mar ao largo de Chaweng por volta das seis e põe-se por volta das sete menos vinte; no pino do inverno está acima do horizonte das seis e meia às seis e cinco. Põe-se depressa — de dez graus acima do horizonte até ao ocaso vão cerca de três quartos de hora, e o crepúsculo que se segue dura só uns vinte minutos —, por isso planeiem os retratos para a última hora de sol. Por volta de meados de abril e outra vez no fim de agosto, o sol do meio-dia fica a pique, e durante boa parte do dia a luz é dura e vertical. Da costa oeste, entre maio e julho, o sol desaparece por trás das ilhas de Ang Thong; no inverno põe-se mais a sul, sobre o mar aberto. As praias da costa leste ficam com o nascer do sol.

Viagem

Como chegar

Samui tem aeroporto próprio, a 2 a 5 km de Chaweng, com voos diretos desde Suvarnabhumi, em Banguecoque, que demoram cerca de uma hora e um quarto. A outra maneira de chegar é por terra até Surat Thani, no continente, e depois o ferry de carros de Donsak, a uns 95 km de estrada do aeroporto de Surat Thani: uma hora e meia até ao cais de Lipa Noi, em Samui, com saídas de hora a hora ao longo do dia, e duas horas e meia até Koh Phangan. Catamarãs rápidos ligam Chumphon, mais acima na costa, a Koh Tao, Koh Phangan e Samui. Os barcos não saem com tempestade, por isso deixem um dia de margem antes do voo de regresso. Todos os visitantes estrangeiros preenchem online o cartão digital de chegada da Tailândia (Thailand Digital Arrival Card) nos três dias antes de chegar. Um drone tem de ser registado na NBTC, o regulador das telecomunicações, nos 30 dias seguintes à chegada, mesmo que nunca chegue a voar; um drone com câmara tem também de ser registado na autoridade da aviação civil, a CAAT, com um seguro de responsabilidade civil de pelo menos um milhão de bahts e cada voo aprovado no seu portal com pelo menos três dias de antecedência. Nenhum drone pode voar a menos de 9 km de um aeroporto sem autorização — em Samui, isso inclui Chaweng, Bophut e o Grande Buda.

Fotógrafos

Fotógrafos em Koh Samui e nas ilhas do Golfo

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