
Casar na Costa Sul e em Vík
Cascatas a cair das antigas falésias marinhas, praias de areia negra com colunas de basalto e rochedos no mar, e a igreja de telhado vermelho por cima de Vík — a costa clássica dos elopements na Islândia.
A leste de Hvolsvöllur, a estrada circular, a Estrada 1 da Islândia, corre entre o mar e os glaciares Eyjafjallajökull e Mýrdalsjökull. Seljalandsfoss cai 60 metros, com um caminho que passa por trás da água; Skógafoss, vinte minutos adiante, cai outros 60. Para lá do promontório de Dyrhólaey e do seu grande arco sobre o mar ficam a praia negra de Reynisfjara, com as suas colunas de basalto e os rochedos de Reynisdrangar, e Vík, aos pés de falésias verdes, com a igreja branca na colina por cima das casas.
É aqui que muitos casais fazem o seu elopement: os dois, um fotógrafo e um celebrante, votos na areia negra ou na espuma de uma cascata, um carro quentinho como plano para a chuva e retratos ao fim da noite, quando as excursões já voltaram a Reiquiavique. Os casamentos maiores juntam-se nas quintas e nos hotéis rurais ao longo da estrada circular.



Ao longo do ano
Quando casar na Costa Sul e em Vík
De junho a agosto são os meses mais amenos, com máximas de 12 a 14 °C, e junho é o mais seco, com cerca de onze dias de chuva. Mas este é o troço mais chuvoso e ventoso perto da capital: o dobro da chuva de Reiquiavique ao longo do ano e, no verão, um vento quase tão forte como o da capital no inverno; em alguns dias de verão entra nevoeiro do mar. Em setembro chove em cerca de dezoito dias e chegam as primeiras tempestades de outono. No inverno as cascatas ganham gelo, o caminho por trás de Seljalandsfoss fecha e as tempestades podem cortar a estrada — é lindíssimo, mas só com um plano flexível.
- janeiro: Mais calmo
- fevereiro: Mais calmo
- março: Bom, com planeamento
- abril: Mais calmo
- maio: Bom, com planeamento
- junho: Melhor
- julho: Melhor
- agosto: Melhor
- setembro: Bom, com planeamento
- outubro: Bom, com planeamento
- novembro: Mais calmo
- dezembro: Mais calmo
- Início do verãoDe meados de junho a meados de julho os tremoceiros pintam de roxo as encostas à volta de Vík, as falésias enchem-se de aves marinhas a fazer ninho — de 1 de maio a 25 de junho as visitas a Dyrhólaey podem ser restringidas para as proteger — e as noites ficam claras.
- Pleno verãoAs semanas mais amenas, falésias verdes e cascatas com muita água; as cascatas e Reynisfjara têm mais gente do fim da manhã ao fim da tarde e voltam a ficar sossegadas com a luz do fim da noite.
- Outono e invernoOndas grandes, tempestades e as primeiras auroras boreais a partir de setembro; depois, dias curtos, gelo nas cascatas e neve sobre a areia negra. Contem com encerramentos — o caminho por trás de Seljalandsfoss quando há gelo, a praia de Reynisfjara nos dias de alerta vermelho.
Em números
- Dias com 1 mm de chuva ou mais, melhores meses
- jun. 11,2 · jul. 12,2 · ago. 14
- Veðurstofa Íslands (WMO)
Estação meteorológica: Vatnsskarðshólar, normais 1991–2020 · Verificado a 16 de outubro de 2026
Lugares
Onde os casais casam aqui
Os tipos de lugar — perguntem ao vosso fotógrafo quais conhece bem.
Seljalandsfoss e Skógafoss
Passem por trás da primeira no verão e fiquem na espuma da segunda: votos junto à água a cair, e depois retratos no caminho lá em cima. Skógafoss é um monumento natural protegido — os drones precisam de autorização e nunca podem voar no desfiladeiro em frente à cascata.
Reynisfjara
Colunas de basalto, areia negra e os rochedos de Reynisdrangar no mar — uma praia tão perigosa quanto bonita, onde já morreram pessoas: as ondas traiçoeiras (sneaker waves) sobem a areia muito para lá do normal, sem aviso. Leiam as luzes à entrada (amarelo; laranja, fiquem a pelo menos 25 m do mar; vermelho, a praia fecha e só o miradouro fica aberto) e nunca virem as costas às ondas.
Dyrhólaey
O arco sobre o mar, com 50 metros de largura, e o farol do promontório, com a costa, Reynisfjara e os glaciares à vista. É uma reserva natural: as visitas podem ser restringidas na época de nidificação e os drones precisam de autorização.
Vík
A igreja branca de telhado vermelho na colina, emoldurada pelos tremoceiros no início do verão, e a praia negra e os rochedos logo abaixo da aldeia — o retrato clássico.
Luz
Como cai a luz
No pino do verão o sol põe-se em Vík por volta da meia-noite menos vinte e cinco e volta a nascer às três, e do fim de maio a meados de julho a noite nunca escurece de verdade. O sol do fim do dia vem de noroeste, por cima das montanhas, e acende a espuma de Seljalandsfoss; no inverno fica baixo sobre o mar, a sul, das onze às três e meia, mais ou menos. As excursões de um dia a partir de Reiquiavique demoram umas dez horas e meia, ida e volta, por isso os fotógrafos daqui trabalham cedo de manhã ou depois do jantar.
Viagem
Como chegar
O aeroporto é o de Keflavík; Seljalandsfoss fica a cerca de duas horas de Reiquiavique pela estrada circular, e Skógafoss e Vík ficam mais a leste, na mesma estrada. O vento nesta costa pode ser fortíssimo e as tempestades de inverno fecham a estrada, por isso vejam todas as manhãs o umferdin.is e os avisos do instituto meteorológico. O único ferry sai de Landeyjahöfn para o arquipélago de Vestmannaeyjar, em cerca de 35 minutos; Þórsmörk, por trás dos glaciares, fica no fim de uma estrada F com rios sem ponte, aberta só no verão — o melhor é ir nos autocarros de montanha. Desde o verão de 2026 a margem do glaciar Sólheimajökull está instável: só lá vão com guia, se houver saídas.
Fotógrafos
Fotógrafos na Costa Sul e em Vík
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Islândia
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